AS TREZE MATRIARCAS
- Luciana Brito

- Apr 23, 2020
- 3 min read
Com muito amor e gratidão, continuo escrevendo sobre as 13 matriarcas.
Eu falei sobre elas em Fevereiro, e trago de novo este assunto para complementar um pouco mais sobre elas, em momento de cura e transformação planetária, um dos pilares para resgatar o balanço da Terra, e equilibrar o sagrado Feminino dentro de cada um de nós, dentro dos homens e mulheres.
A força do amor que trás leveza e compaixão à energia masculina, e desperta o poder da cura, intuição e uma maneira compassiva de dirigir nossas vidas promovendo maior equilíbrio, nutrição de nossas necessidades, nos guiando com uma consciência inteligente e amorosa.
Apresento abaixo,a visão de Jame Sans e Mirela Faur, sobre cada uma das 13 Anciãs, correspondem as 13 lunações perfeitas de 28 dias, e uma meditação para se conectar com elas:
Primeira Anciã: Mãe da Natureza – Aquela que ensina a verdade e fala com todos os seres;
Segunda Anciã: Mãe da Sabedoria – Aquela que honra a verdade e guarda os conhecimentos antigos;
Terceira Anciã: Mãe da Verdade – Aquela que avalia a verdade e ensina as leis divinas;
Quarta Anciã: Mãe das visões – Aquela que vê a verdade em tudo e enxerga longe;
Quinta Anciã: Mãe da Quietude – Aquela que ouve a verdade e escuta as mensagens;
Sexta Mãe Anciã: Mãe da Fala - Aquela que fala a verdade e conta historias que curam;
Sétima Anciã: Mãe do amor - Aquela que ama a verdade em todas as manifestações da vida.;
Oitava Anciã: Mãe da Intuição – Aquela que serve a verdade e cura os filhos da Terra;
Nona Anciã: Mãe da vontade – Aquela que ensina como viver a verdade;
Décima Anciã: Mãe da criatividade – Aquela que ensina como trabalhar a verdade;
Décima primeira Anciã: Mãe da Beleza – Aquela que caminha com verdade, Altivez e firmeza;
Décima Segunda Anciã: Mãe da Coragem – Aquela que louva a verdade e ensina a gratidão;
Décima terceira Anciã: Mãe da transformação (Arco-Iris) – Aquela que une a qualidade de todas as outras 12 anciãs, se torna a visão e ensina a mudança.

Transporte-se mentalmente para uma planície longínqua.
Ande devagar por entre os arbustos e diferente tipos de cactos, nascendo do chão pedregoso.
O ar está calmo, o silêncio quebrado apenas pelo canto de alguns pássaros.
Veja o Sol se pondo, colorindo o céu nos mais variados tons de dourado e púrpura.
No meio dos arbustos você enxerga uma construção rudimentar de adobe, meio enterrada no chão, lembrando o casco de uma tartaruga. Ao redor, há um círculo de treze índias, algumas idosas, outras jovens, vestidas com roupas e xales coloridos e enfeitadas com colares e pulseiras de prata, turquesa e coral. A mais idosa bate um tambor, as outras cantarolam uma canção que lhe parece familiar. Uma delas lhe faz sinal para que você se aproxime e você a segue respeitosamente.
Sabendo que chegou à Casa do Conselho, onde receberá apoio e orientação, você entra na estranha construção de teto, por uma abertura, descendo por uma escada rústica de madeira.
Ao descer a escada, você se percebe dentro de uma “Kiva", a câmara sagrada de iniciação dos povos nativos.
As paredes estão decoradas com treze escudos, cada um ornado de maneira diferente, com penas, símbolos, conchas e fitas coloridas.
O chão de terra batida está coberto de ervas cheirosas e algumas esteiras de palha trançada.
No fundo da "Kiva", você vê duas pequenas fogueiras, cuja fumaça sai por duas aberturas no teto.
Esses "fogos cerimoniais" representam os dois mundos - o material e o espiritual - e as aberturas representam os canais ou "antenas " que permitem a percepção dos planos sutis. A fumaça representa o caminho pelo qual os pedidos de auxílio e as preces são encaminhados para o Grande Espírito.
No centro, perto de um caldeirão, está sentada a Matriarca que você veio procurar. Ajoelhe-se e exponha-lhe seu problema. Ouça, então, sua orientação sábia ecoando em sua mente. Peça, em seguida, que ela toque seu peito, acendendo assim o terceiro fogo, a chama amorosa de seu próprio coração. Sinta o calor de sua benção curando antigas feridas e dissolvendo todas as dores enquanto a chama lhe devolve a coragem, a força, a fé e a esperança.
Agradeça à Matriarca pela dádiva que lhe devolveu seu dom inato e comprometa-se a restabelecer os vínculos com a Irmandade das mulheres, lembrando e revivendo a sabedoria ancestral.
Despeça-se e volte pelo mesmo caminho, tendo adquirido uma nova consciência e a certeza de que jamais estará só, pois a Matriarca da Lunação de seu nascimento a apoiará e guiará sempre.
Gratidão,
Luciana






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